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sábado, 13 de novembro de 2010
Fórum Brasil Biodiversidade debate desafios da sustentabilidade
Guimarães destacou que o aumento da produção para 5,2 bilhões de toneladas nos próximos 40 anos, só será possível com o investimento em tecnologia e a parceria entre os diversos setores da sociedade. “Um dos principais desafios do Brasil é conquistar a evolução do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) sem que o Índice da Biocapacidade por Habitante (ferramenta que mensura o uso da Biodiversidade por habitante) cresça na mesma proporção”.
A abertura do Fórum contou ainda com as apresentações da presidente do CEBDS, Marina Grossi, da coordenadora de Biodiversidade e Recursos Naturais da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo, Helena de Queiroz, e da Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Em sua exposição, a ministra ressaltou que a mudança do modelo de desenvolvimento é fundamental. “Na minha opinião, não existe divergência entre os setores públicos e privados, ao contrário, há convergência porque precisamos de interlocutores nos mais diversos segmentos sociais. E nesse contexto, implementar a agricultura sustentável é estratégico para garantirmos o desenvolvimento do país”, afirmou a ministra.
O Fórum teve ainda a palestra “Visão Geral dos Compromissos Pós-Nagoya e sua relevância para os negócios” do americano Jonathan Lash, presidente do World Resources Institute. O especialista enumerou três caminhos que podem ajudar a viabilizar um mundo mais sustentável: o aumento da produtividade agrícola, a adoção de tecnologias para reduzir as adversidades do campo (clima e doenças) e o investimento em novas fontes de alimentos, como o uso mais intenso de proteína vegetal.
A programação incluiu ainda uma mesa redonda sobre os compromissos pós-Nagoya e sua relevância para os negócios, em que debateram também o pesquisador do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (ICONE), Rodrigo Lima, e o diretor de Sustentabilidade da Philips do Brasil, Walter Duran.
Biodiversidade & Clima: Meta do planeta

Agora em 2010, Ano Internacional da Biodiversidade, os líderes mundiais estão pautando as forças em prol da preservação da biodiversidade em toda a Terra. Foi o que recentemente aconteceu em Nagoya, no Japão, na COP-10, com a promessa do aporte de dois bilhões de dólares pelo Japão para os países em desenvolvimento.
O Brasil, que é um protagonista de primeira nesta COP-10 no Japão, é um dos líderes dos chamados países em desenvolvimento que lutam pela manutenção de fundos verdes, como o Fundo do Clima anunciado em Brasília pelo ministro em exercício do Meio Ambiente, José Machado.
Ao lado do Fundo da Amazônia, o Fundo do Clima vai dar suporte de 220 milhões para ações mitigatórias em prol de um ajuste climático brasileiro e que se ajusta com as metas do Banco Mundial, que privilegiará os países comprometidos com metas de redução de gases de efeito estufa.
O VIII Seminário Internacional de Sustentabilidade e o o IX prêmio Ecoturismo & Justiça Climática, que acontecerá nos dias 22 e 23 de novembro na UNIRON do shopping em Porto Velho, capital de Rondônia, se comprometeu com líderes do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, entre os quais o professor Luiz Pinguelli Rosa, Secretário Executivo do Fórum, que mandará os anais extraídos deste importante conclave internacional amazônico para a delegação brasileira que estará em Cancun na COP-16 no final de novembro e começo de dezembro.
A Carta de Porto Velho à Cancun no México será um importante documento posicionando o Estado de Rondônia quanto à metas de redução de índices de desmatamento e preocupações das Usinas Hidrelétrica de Jirau e Santo Antonio, assim como Belo Monte em mitigar ações que sejam predatórias do clima, com compensações ambientais comprovadas.
Líderes nacionais e internacionais que confirmam presença no evento do próximo dia 22 de novembro garantem que pautarão as falas em compromissos em prol de ajustes dos estados amazônicos, principalmente Rondônia e Acre, na luta para diminuir os gases de efeito estufa e redução firme dos elevados índices de desmatamento.
Atores e ambientalistas como Victor Fasano, atualmente atuando na Rede Record, está envidando todos os esforços para ser um dos protagonistas deste seminário ambiental e climático, para oferecer contribuições de sua longa experiência ambiental internacional em prol das ações rondonienses, bem como o líder indígena Almir Surui, reconhecido por sua luta internacional em favor dos povos indígenas e do meio ambiente.
O advogado e ambientalista Werner Grau Net será um dos grandes protagonistas com suas teses em prol das compensações ambientais e redução de gases de efeito estufa, já que sem escritório, Pinheiro Neto, é um dos maiores do país, altamente reconhecido na meta ambiental.
Ano Internacional da Biodiversidade é comemorado em São Paulo

Conferência sobre Ano Internacional da Biodiversidade acontece dia 23 de novembro com apoio da ONU e presença de autoridades, empresários, imprensa e acadêmicos.
O Instituto Humanitare realiza, no próximo dia 23 de novembro de 2010, a Conferência sobre o Ano Internacional da Biodiversidade 2010. O evento, que acontecerá no Clube Hebraico (Sala Marc Chagall), tem a cooperação do HSBC e da VALE, é voltado para autoridades, empresários, imprensa e acadêmicos e tem o apoio da Convenção da Diversidade Biológica (CDB) das Nações Unidas.
A Conferência traz o olhar sobre sustentabilidade de empresas como Bosch, HSBC, Siemens e VALE, de entidades como o IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores), de consultorias como a McKinsey e do setor acadêmico (Universidade de São Paulo).
Estarão presentes no evento do dia 23 palestrantes como o Dr. Thomas Lovejoy, especialista em biodiversidade do Banco Mundial; a Embaixadora Vera Machado, Subsecretária Geral Política do Ministério das Relações Exteriores do Governo Brasileiro; a Sra. Cecília Martinez, Diretora Regional para América Latina e Caribe do ONU-HABITAT, entre outros. O patrono da Conferência é o Professor Emérito da Universidade de São Paulo (USP), Dr. Paulo Nogueira-Neto.
A Conferência contará ainda com uma palestra do Professor John Malin, Presidente do Comitê do Ano Internacional da Química, que será comemorado em 2011. Além das palestras, o evento terá mesas redondas e poderá ser acompanhado em tempo real pelo sitewww.humanitare.org/biodiversidade.
A Conferência sobre o Ano Internacional da Biodiversidade 2010 será encerrada com o lançamento do livro “Uma Trajetória Ambientalista – Diário de Paulo Nogueira-Neto” e o lançamento da Cátedra da ONU-HABITAT “Cidades Inovadoras e Sustentáveis”.
A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o ano de 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade, com o propósito de aumentar a consciência sobre a importância da preservação da biodiversidade em todo o mundo. O Ano busca, entre outros objetivos, evidenciar a importância da biodiversidade para nossa qualidade de vida; refletir sobre os esforços já empreendidos para salvaguardar a biodiversidade até o momento, reconhecendo as organizações atuantes; e promover e dinamizar todas as iniciativas de trabalho para reduzir a perda da biodiversidade.
O programa do Ano Internacional da Biodiversidade no Brasil possui o apoio institucional do Governo Brasileiro, do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT). Nesse contexto, o Instituto Humanitare programou ações de conscientização, educação, reconhecimento e incentivo à preservação da diversidade biológica.
.[Conferência do Ano Internacional da Biodiversidade – Instituto Humanitare, dias 23 de novembro de 2010, das 8 às 20 horas, Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo (Rua Hungria, 1.000 – São Paulo, SP).Site: www.humanitare.org/biodiversidade | www.humanitare.org (em breve no ar)].
Ibama multa Natura em R$ 21 milhões por uso ilegal da flora

O Ibama multou em R$ 21 milhões a Natura, uma das maiores fabricantes nacionais de cosméticos, por usar recursos da biodiversidade brasileira sem autorização.
Segundo o site Ig, as multas fazem parte de um pacote de autuações de R$ 100 milhões, aplicado a várias empresas nacionais e estrangeiras e resultado de investigação do Ministério Público Federal do DF.
A Natura pertence a Guilherme Leal, candidato a vice-presidente na chapa da senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva.
Segundo Rodolfo Guttilla, diretor de Assuntos Corporativos da Natura, a empresa recebeu 64 autos de infração no último dia 3 e vai recorrer.
Guttilla diz que as multas se devem a "entendimentos diferentes" sobre o processo de autorização para acesso a recursos genéticos.
O tema é regulado por uma Medida Provisória de 2001, que foi alvo de críticas dos cientistas, mas que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) nunca conseguiu alterar.
Pela regra atual, qualquer acesso a espécies da fauna e da flora brasileiras para pesquisa depende de uma autorização prévia do CGen (Conselho de Gestão do Patrimônio Genético).
Para um produto ser colocado no mercado, é preciso além disso a anuência do provedor (seja o governo ou uma comunidade tradicional ou indígena) e um contrato de repartição de benefícios.
A Natura diz que 100% de seus produtos têm repartição de benefícios. Mas diz que não pode esperar dois anos por uma autorização de pesquisa do CGen. "Dois anos é o ciclo de vida de um produto no mercado", diz Guttilla.
A situação, diz, ficou mais grave em 2007, quando o conselho, ligado ao MMA, suspendeu a análise dos pedidos de pesquisa da Natura.
Uma das 64 multas se refere à pesquisa de aromas de uma planta coletada dentro da fazenda da Natura em Cajamar (interior paulista).
"Estão extrapolando os limites da racionalidade econômica", reclamou.
Procurado pela Folha no começo da noite de ontem, o Ibama não se manifestou. A assessoria de imprensa do órgão afirmou que não conseguiria localizar ninguém para comentar o caso, por ser sexta-feira à noite.
O presidente do CGen, Bráulio Dias, também não pôde ser localizado até o fechamento desta edição.

A maior parte da biodiversidade está concentrada em pequena parte da superfície terrestre, e nestas áreas se situam muitas espécies e ambientes que estão sob sérias ameaças de extinção no planeta; a estas regiões se denomina “hotspots da biodiversidade”; esses locais não são apenas os pontos “quentes” em diversidade biológica do planeta, mas também os recordistas em devastação, devendo ser, portanto, as prioridades de conservação (Myers et al., 2000).
Os 34 lugares biologicamente mais ricos e mais ameaçados do planeta foram identificados pela Conservação Internacional (CI), tendo como alta prioridade sua conservação. Estes locais já perderam pelo menos 70% de sua vegetação original. A soma da superfície do que ainda existe nos hotspots cobre apenas 2 ou 3% da superfície terrestre do planeta. Por volta de 50% de todas espécies vasculares e 42% dos vertebrados terrestres existem somente nesses locais. Isto inclui cerca de 75% de todos animais, destacando-se pássaros e anfíbios ameaçados do planeta. (In:http://www.ambiental.net/index.html)
Os critérios para definir um hotspot em escala internacional são: alto endemismo e diversidade de plantas; como todas as demais formas de vidas dependem delas, as plantas são de grande importância na determinação de um hotspot. De fato, o candidato a hotspot precisa conter pelo menos 0,5%, ou seja, 1.500 das 300 mil espécies de plantas do planeta como endêmicas.
No Brasil, segundo o mesmo levantamento da CI, destacam-se duas regiões mundialmente reconhecidas como hotspots:
- A Mata Atlântica, que foi dramaticamente reduzida em sua totalidade, restando menos de 16% de suas matas, e abrigando cerca de 20 mil espécies de plantas sendo que destas 40% são endêmicas;
- A região do Cerrado, que corresponde a 21% do país; é a maior savana da América do Sul; tem uma temporada seca acentuada, e por isto abriga uma variedade única de plantas e animais que se adaptaram a estes ambientes, grande parte destes sendo endêmicos.
Considerando-se as questões criticas de conservação da biodiversidade, no Brasil há uma gama imensa de regiões que, embora não sejam consideradas hotspots no sentido restrito da palavra, apresentam graves situações que estão sob risco de eliminação de ecossistemas, habitats e espécies; destas destacam-se muitas com ocorrências restritas, endêmicas, de importância sob distintas ênfases (científica, econômica, social, cultural ou ecológica). Com fins de identificar estas situações, o MMA efetuou estudos e mapeamentos para todo país, dentre os quais destaca-se “Áreas prioritárias para conservação, utilização sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade brasileira”, referência fundamental para a definição das oito (8) Áreas Prioritárias do projeto RS Biodiversidade.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
O que é biodiversidade?

Biodiversidade
Pode ser explicada como a variedade e a variabilidade existente entre os organismos vivos e as complexidades ecológicas nas quais elas ocorrem. Ela pode ser entendida como uma associação de vários componentes hierárquicos: ecossistema, comunidade, espécies, populações e genes em uma área definida. A biodiversidade varia com as diferentes regiões ecológicas, sendo maior nas regiões tropicais do que nos climas temperados.
Diversidade biológica
" significa a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; compreendendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas. (Artigo 2 da Convenção sobre Diversidade Biológica)
Mas claramente falando diversidade biológica, ou biodiversidade, refere-se à variedade de vida no planeta terra, incluindo a variedade genética dentro das populações e espécies, a variedade de espécies da flora, da fauna e de microrganismos, a variedade de funções ecológicas desempenhadas pelos organismos nos ecossistemas; e a variedade de comunidades, hábitats e ecossistemas formados pelos organismos. Biodiversidade refere-se tanto ao número (riqueza) de diferentes categorias biológicas quanto à abundância relativa (equitabilidade) dessas categorias; e inclui variabilidade ao nível local (alfa diversidade), complementaridade biológica entre hábitats (beta diversidade) e variabilidade entre paisagens (gama diversidade). Biodiversidade inclui, assim, a totalidade dos recursos vivos, ou biológicos, e dos recursos genéticos, e seus componentes.
A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas, e fonte de imenso potencial de uso econômico. A biodiversidade é a base das atividades agrícolas, pecuárias, pesqueiras e florestais e, também, a base para a estratégica indústria da biotecnologia. As funções ecológicas desempenhadas pela biodiversidade são ainda pouco compreendidas, muito embora considere-se que ela seja responsável pelos processos naturais e produtos fornecidos pelos ecossistemas e espécies que sustentam outras formas de vida e modificam a biosfera, tornando-a apropriada e segura para a vida. A diversidade biológica possui, além de seu valor intrínseco, valor ecológico, genético, social, econômico, científico, educacional, cultural, recreativo e estético. Com tamanha importância, é preciso evitar a perda da biodiversidade.
Impactos na biodiversidade
Tanto a comunidade científica internacional quanto governos e entidades não-governamentais ambientalistas vêm alertando para a perda da diversidade biológica em todo o mundo, e, particularmente nas regiões tropicais. A degradação biótica que está afetando o planeta encontra raízes na condição humana contemporânea, agravada pelo crescimento explosivo da população humana e pela distribuição desigual da riqueza. A perda da diversidade biológica envolve aspectos sociais, econômicos, culturais e científicos.
Em anos recentes, a intervenção humana em hábitats que eram estáveis aumentou significativamente, gerando perdas maiores de biodiversidade. Biomas estão sendo ocupados, em diferentes escalas e velocidades. Áreas muito extensas de vegetação nativa foram devastadas no Cerrado do Brasil Central, na Caatinga e na Mata Atlântica. É necessário que sejam conhecidos os estoques dos vários hábitats naturais e dos modificados existentes no Brasil, de forma a desenvolver uma abordagem equilibrada entre conservação e utilização sustentável da diversidade biológica, considerando o modo de vida das populações locais.
Como resultado das pressões da ocupação humana na zona costeira, a Mata Atlântica, por exemplo, ficou reduzida a aproximadamente 10% de sua vegetação original. Na periferia da cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, são encontradas áreas com mais de 500 espécies de plantas por hectare, muitas dessas são árvores de grande porte, ainda não descritas pela ciência.
A biodiversidade no mundo atual.

O que é Biodiversidade?
Biodiversidade: A palabvra biodiversidade ou diversidade biológica, inclui as diversidade ecológica e genética. A diversidade ecológica se refere ao número de espécies em determinadas áreas, o papel ecológico que estas espécies desempenham, o modo como a composição de espécies muda conforme muda a região e o agrupamento de espécies que ocorrem em áreas específicas, junto com os processos e interações que ocorrem dentro destes sistemas.
Quais as principais ameaças à biodiversidade?
A poluição, o uso excessivo dos recursos naturais, a expansão da fronteira agrícola em detrimento dos habitats naturais, a expansão urbana e industrial, tudo isso está levando muitas espécies vegetais e animais à extinção.
A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical são desmatados. As estimativas sugerem que, se isso continuar, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais poderão estar extintas dentro dos próximos 30 anos.
A sociedade moderna - particularmente os países ricos - desperdiça grande quantidade de recursos naturais. A elevada produção e uso de papel, por exemplo, é uma ameaça constante às florestas.
A exploração excessiva de algumas espécies também pode causar a sua completa extinção. Por causa do uso medicinal de chifres de rinocerontes em Sumatra e em Java, por exemplo, o animal foi caçado até o limiar da extinção.
A poluição é outra grave ameaça à biodiversidade do planeta. Na Suécia, a poluição e a acidez das águas impede a sobrevivência de peixes e plantas em quatro mil lagos do país.
A introdução de espécies animais e vegetais em diferentes ecossistemas também pode ser prejudicial, pois acaba colocando em risco a biodiversidade de toda uma área, região ou país.
